segunda-feira, 18 de maio de 2015
FCA/VLI PAULÍNIA; UM MODELO DE GESTÃO DE GENTE.
Que o discurso da FCA/VLI esta há muito tempo apartado de suas práticas não é novidade pra ninguém como o mínimo de discernimento, mas em Paulínia-SP a gestão de gente extrapolou todos os limites.
Um maquinista foi afastado de suas funções por tempo indeterminado sem ao menos receber uma justificativa de sua chefia imediata. Sendo assim o mesmo entrou em contato com o sindicato solicitando uma intervenção no sentido de desvendar o mistério do afastamento.
Imediatamente o sindicato entrou em contato com a chefia que se mostrou surpresa com o questionamento e se limitou em responder que o profissional com mais de 26 anos de serviços precisaria passar por um estágio antes de retomar suas atividades. Uma mentira!
A supervisão de Paulínia se mostrou despreparada para lidar com o sindicato, assim como com o empregado, pois ficou num segundo momento contatada pelo empregado demonstrou-se “sensibilizada” com a atitude do profissional, questionando-o: “você foi procurar o sindicato porquê?”
O sindicato ressalta que o pedido de socorro se deu por ausência de feedback por parte do gestor da FCA/VLI para com este empregado que não encontrou alternativa a não ser recorrer ao seus defensores.
Como miséria pouca é bobagem; a supervisão novamente questionada sobre o destino profissional do empregado alegou de forma direta e desrespeitosa ao mesmo que “pedi sua cabeça, você é um empregado que questiona muito” e foi além em sua fala dizendo entre outras coisas que “dinheiro para sua indenização nós temos”, mas em um momento de lucidez perguntou ao empregado se o mesmo acionaria a empresa na justiça.
Tal atitude é característica de quem não pode lidar com pessoas e está aquém do que prega a FCA/VLI em seu código de ética e manter uma liderança com tal comportamento em seus quadros é confirmar que o discurso é diferente da prática, e uma empresa não cresce saudável com estes dois elementos apartados.
Até o presente momento o empregado segue afastado, mas devidamente orientado sobre os caminhos jurídicos a serem adotados para a solução do problema, que na contramão de uma empresa politicamente correta termina por caracterizar um dano perfeitamente acolhível pelo nosso atuante Poder Judiciário.
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