sexta-feira, 13 de julho de 2012
SEXTA FEIRA 13
Sexta feira 13;
Superstição?
De onde surgem tantas crenças?
Boatos,mexericos,conversa de "maria lavadeira"?
Pelo sim e pelo não:
-"OPINIÃO: “Yo no creo en brujas pero que las hay…las hay"
Mário
quinta-feira, 12 de julho de 2012
ASSÉDIO
Companheiros;
Dentro em breve ou salvo melhor juizo a FCA começará ou já começou a questionar a categoria sobre o andamento das negociações.
A questão é muito simples:
"Temos uma pauta de reivindicações aprovada em assembléias e estes são nossos anseios e qualquer coisa fora dela deverá e será passiva de recusa"
Senhores; somos nós os donos de nossos destinos e portanto devemos conduzi-lo da forma mais justa possivel.
Não dá pra aceitar os "roubos" de horas extras e as desigualdades de tratamento entre as áreas da empresa.
Se o acordo é coletivo, porque devemos analisar a proposta de forma individual?
Mário Riucardo
quarta-feira, 11 de julho de 2012
DEMÓSTENES CASSADO
O senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM-GO) foi cassado nesta quarta-feira (11) por quebra de decoro parlamentar e ficará inelegível até 2027. Ele é acusado de usar o mandato para favorecer o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Em votação secreta, 56 dos 80 senadores presentes votaram pela cassação, 19 foram contra e houve 5 abstenções. Com o resultado, Demóstenes se tornou o segundo senador cassado na história do Brasil; o outro foi Luiz Estevão, em 2000.
Para se confirmar a perda do cargo, aprovada anteriormente por unimidade no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e Justiça, seriam necessários, no mínimo, 41 votos de senadores. O único senador ausente na sessão foi Clovis Fecury (DEM-MA), que está de licença desde o dia 6 de julho.
Com a cassação aprovada, Demóstenes Torres tem seus direitos políticos suspensos por oito anos a contar do fim do mandato parlamentar, que se encerraria em 2019. Com isso, Demóstenes só poderá voltar a disputar eleições a partir de 2027, quando tiver 66 anos.
Em tese, ele poderia questionar a cassação no Supremo Tribunal Federal (STF), mas ainda nesta terça (10), antes da decisão, o advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, descartou uma apelação na Justiça. "Não vamos recorrer. A decisão do plenário é soberana. Não há como fazer qualquer tipo de recursos. Só nos cabe aceitar a decisão", disse o advogado.
saiba mais.
Com a perda do mandato, Demóstenes também perde o foro privilegiado e deixa de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal, onde é alvo de inquérito. Como é procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás licenciado, Demóstenes passa a ter como foro o Tribunal de Justiça de Goiás.
O senador cassado foi acusado de quebra de decoro parlamentar por suspeita de ter utilizado o mandato parlamentar para auxiliar nos negócios do contraventor, preso pela Polícia Federal no fim de fevereiro durante a Operação Monte Carlo sob acusação de explorar jogos ilegais e corrupção.
Poucos dias após a prisão, surgiram notícias do envolvimento de Carlinhos Cachoeira com Demóstenes Torres.
Eu fui perseguido como um cão sarnento. Tudo o que aconteceu na minha vida e o que não aconteceu veio a público. Mandaram jornalistas para todo lugar de Goiás e do Brasil. Por que não apareceu meu nome em desvios? Eu fui investigado como ninguém no Brasil."
Demóstenes Torres, durante discurso no plenário do Senado
'Bode expiatório' e 'cão sarnento'
Demóstenes chegou ao plenário nesta quarta para sessão que votaria sua cassação antes dos colegas e permaneceu sentado durante os discursos. Antes da votação, voltou a negar ter favorecido o bicheiro e disse que foi um "bode expiatório" e "perseguido como um cão sarnento".
"Eu fui perseguido como um cão sarnento. Tudo o que aconteceu na minha vida e o que não aconteceu veio a público. Mandaram jornalistas para todo lugar de Goiás e do Brasil. Por que não apareceu meu nome em desvios? Eu fui investigado como ninguém no Brasil. E não apareceu nada, nada, nada. Aí começaram a inventar", disse Demóstenes.
"Eu quero pedir aos senhores. Por favor, me deem a oportunidade de provar que sou inocente. Não acabem com a minha vida. Não me deixem disputar uma eleição só em 2030", completou.
Apesar da votação secreta, a sessão, que começou às 10h11, foi aberta e as galerias do plenário já estavam repletas de pessoas convidadas por partidos, que receberam 100 senhas para assistir de perto.
O senador Demóstenes Torres com seu advogado no plenário do Senado (Foto: Agência Senado)O senador Demóstenes Torres com seu advogado
no plenário do Senado (Foto: Agência Senado)
Relembre o caso
No começo de março, a primeira denúncia indicava que Demóstenes havia recebido uma cozinha de presente do contraventor. No mesmo mês foram revelados indícios de que o então senador vazava informações do Congresso para Cachoeira. Depois disso, surgiram novas suspeitas de tráfico de influência em diversos órgãos federais. Em abril, Demóstenes deixou seu partido, o DEM, e passou a ser alvo de processo no Conselho de Ética.
Desde o início das denúncias, ele alegou que sua relação com Cachoeira, revelada em gravações da Polícia Federal, se limitaria à amizade e que não sabia de qualquer atividade ilegal. Em discursos e na defesa escrita, Demóstenes alegou que as inteceptações eram ilegais, por não terem sido autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), questionou a interpretação dada sobre os diálogos com Cachoeira e se disse vítima de perseguição política e da opinião pública.
Demóstenes adotou comportamento incompatível com o decoro mandato. Ele feriu de morte a dignidade do cargo e a ética que se impõe aos parlamentares"
Pedro Taques, senador
Discursos na sessão
A representação que pediu a cassação de Demóstenes por quebra de decoro parlamentar foi de autoria do PSOL. Em nome do partido, o senador Randofe Rodrigues (AP) usou a tribuna por 30 minutos para afirmar que o senador quebrou o decoro e defender a cassação.
Randolfe afirmou que as gravações feitas pela Polícia Federal entre Demóstenes e Cachoeira deixam claro que as relações entre o senador e o contraventor não eram apenas pessoais. "O que está em jogo é um sinal para milhões de brasileiros sobre a credibuliade de uma instituição", afirmou. "O diálogo mostra claramente o nível de relação entre Cachoeira e o representado [...] Muitas são as provas que mostram a conduta incompatível com o decoro parlamentar."
Antes de Randolfe, o senador Humberto Costa (PT-PE), relator do processo no Conselho de Ética, afirmou que Demóstenes mentiu aos parlamentares ao negar sua relação com o contraventor.
"Vossa Excelência disse aqui que não sabia dos afazeres ocultos de Carlos Cachoeira. É muito difícil acreditar. Como poderia não saber das atividades criminosas? [...] Que amigo é este que não procura saber por que o amigo havia sido indiciado por seis crimes. Portanto, me perdoe, mas Vossa Excelência faltou com a verdade", disse o relator.
Quem também defendeu a cassação do mandato durante a sessão foi o senador Pedro Taques (PDT-MT), relator de processo contra Demóstenes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo ele, Demóstenes "feriu de morte a dignidade do cargo".
"Demóstenes adotou comportamento incompatível com o decoro mandato. Ele feriu de morte a dignidade do cargo e a ética que se impõe aos parlamentares", disse no discurso.
O senador Demóstenes Torres com seu advogado no plenário do Senado (Foto: Honório Jacometto / TV Anhanguera)O senador Demóstenes Torres com seu advogado no plenário do Senado (Foto: Honório Jacometto / TV Anhanguera)
Histórico de cassações
Antes de Demóstenes, apenas um senador teve o mandato cassado: Luiz Estevão, então no PMDB-DF, perdeu o mandato sob a acusação de ter mentido no Senado ao negar envolvimento no desvio de R$ 169 milhões nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.
A cassação ocorreu no dia 28 de junho de 2000, com 52 votos a favor da cassação, 18 contra e dez abstenções. Além do mandato, Luiz Estevão perdeu os direitos políticos até 2014.
No ano seguinte, Antonio Carlos Magalhães, então no PFL-BA, renunciaria ao mandato antes da votação de um processo de cassação, motivado pela revelação de que obteve a relação dos votos da cassação de Luiz Estevão. O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, então no PSDB-DF e líder do governo, também renunciou, sob suspeita de ter fornecido a lista. Ambos foram eleitos novamente em 2002, ACM para o Senado e Arruda para a Câmara.
Ainda em 2001, Jader Barbalho (PMDB-PA) renunciou, também para evitar a perda de direitos políticos. Na época, ele presidia o Senado e era acusado de desvios no Banco do Estado do Pará, fraudes na extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e venda de títulos da dívida agrária.
O processo mais recente de ameaça de cassação ocorreu em 2007, quando o então presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) foi acusado de ter as contas pessoais pagas por um lobista. Na época, ele renunciou à presidência do Senado e escapou da cassação.
Fonte: G1
FCA DESCUMPRE ACORDO
O sindicato de forma insistente já fez vários contatos com a FCA para que a mesma corrija o descumprimento do ACT no tocante ao pagamento das horas extras laboradas pelos companheiros de nossa base.
Mesmo que nosso acordo coletivo permita o banco de horas, o mesmo deve observar as regras do jogo, ou seja, ou o empregado goza a folga por conta de troca das horas extras, ou em não havendo a possibilidade da troca de todas as horas extras dento do período de apuração, estas horas devem ser pagas.
O que ocorre é que alguns supervisores “espertinhos” não vêem cumprindo estas regras e desta forma acabam lesando os companheiros; segundo o gerente de R.H Rooney Alvarenga, estes supervisores devem ser reorientados para que cumpram o que ele entende ser uma prática simples, ou seja, ou o empregado folga ou recebe as horas extras. Por conta de vários questionamentos o sindicato entende que as ocorrências não são por conta de falta de orientação, porque o ACT é muito claro.
O que falta ao sindicato é materialidade como meio de prova que a prática se processa no seio desta empresa que se diz politicamente correta, no entanto isso não será assim para sempre e tão logo tenhamos as provas desta prática que os companheiros de oficina e eletroeletrônica conhecem de perto, faremos a exigência judicial dos pagamentos omitidos por estes supervisores e cobraremos medidas rígidas para que certos supervisores sofram as medidas cabíveis para tal prática.
Portanto companheiros da eletroeletrônica e oficinas da base do sindicato mogiana, fiquem atentos para não mais aceitarmos o banco de horas dentro de nosso ACT e paralelamente pedimos aos companheiros que nos enviem documentos que provem que a existência de horas extras acumuladas e ainda não pagas para nossa fundamentação.
FCA DATA BASE 01-09-2012
O sindicato realizou entre os dias 19 e 20 de junho assembléias em sua base apresentando a pré pauta para celebração do acordo coletivo 2012-2013, por ocasião da proximidade da data base da categoria.
Com comparecimento significativo da categoria, a pré pauta foi amplamente discutida e posteriormente aprovada e consolidada com as demais entidades em reunião da unidade sindical e já de conhecimento integral da empresa.
As discussões com a FCA já se inciaram e pela movimentação interna da empresa, esta se aproveitará do abono de permanecia para tentar embutir um acordo de 2 anos para a categoria.
Muito embora os acordos de 2 anos sejam totalmente permitidos pela legislação, e caso a FCA insista no tema, teremos que discutir medidas protetivas com o máximo de atenção para não estendermos as cláusulas que entendemos serem prejudiciais por um período ainda maior do que o que já temos e esta foi a maior preocupação dos companheiros que invariavelmente observam a FCA descumprindo várias cláusulas do acordo coletivo de trabalho.
Agora é ter atenção e acompanhar as discussões entre sindicatos e FCA, lembrando sempre que não podemos nos deter a observar tão somente a parte econômica do acordo, como também as cláusulas malditas que ainda permanecem no mesmo a exemplo: (16 Horas extras, 44 Horas passe, 45 Jornada normal de equipagem de Trens, 46 Prontidão, 47 Sobre-aviso, 48 Turno Ininterrupto de revezamento, 54 Deslocamento de via permanente, 60 Abrangência).
Clausulas estas que a empresa no fechamento do acordo em vigor ficou de rediscuti-las e na ocasião destas discussões, limitou-se a dizer que não poderia conceder nada além do que já estava convencionado, ou seja, um golpe!
Diante de tantos descumprimentos e desmandos ao longo da vigência do atual acordo, o que originou ações de cumprimento na justiça do trabalho por parte do sindicato, a preocupação da categoria para um acordo de 2 anos é totalmente compreensível.
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