Companheiros;
A titulo de informação; a reunião agendada pela FCA para o dia 26-01-2012 em Campinas foi adiada pela empresa e na manhã de hoje (30-01-2012) contactei o RTS Angelo Soares e o mesmo afirmou que a referida reunião será agendada oportunamente.
Vejam que neste momento a bola esta nos pés da FCA/VALE;lembrando sempre que por conta do volume a ser carregado esta escala só interessa à empresa que no momento de repartir os lucros paga o que bem entender.
Saliento aos companheiros a importancia de se ter uma entidade sindical atuante e por conta disso;o sindicato fez a FCA lucrar.
Como?
Sim! Porque foi só o sindicato obter uma sentença garantindo R$40.000,00 por empregado;a empresa passou rapidinho a dar lucro,ou seja,antes do processo era 0(zero)salário e agora pós processo 5 salários.
Pensem companheiros;não existe esse negocio de VLI ou EBTIDA VALE!Foi o processo!
Milagres só acontecem quando alguém o opera.
Acessar TRT15 em: www.trt15.gov.br processo 0766-2011-087
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
VALE : "A PIOR DO MUNDO"
Mineradora disputou com a japonesa Tepco e Samsung
Revista Caros Amigos
A transnacional brasileira Vale conquistou o primeiro lugar no Nobel da vergonha corporativa no Public Eye Awards, que elege por voto popular a pior empresa do mundo em questões ambientais, sociais e trabalhistas. O prêmio foi criado pelo Greenpeace Suíça e Declaração de Berna e o vencedor é sempre revelado durante o Fórum Econômico Mundial, aberto nesta semana em Davos, na Suíça.
A Vale disputou o primeiro lugar com a japonesa Tepco, envolvida no desastre nuclear de Fukushima, mas superou a usina com um total de 25.041 votos. Para as entidades que indicaram a Vale ao prêmio - a Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, representada no Brasil pela Rede Justiça nos Trilhos, e as ONGs Amazon Watch e Xingu Vivo para Sempre -, o fato de a Vale ser uma multinacional presente em 38 países e com impactos espalhados pelo mundo, ampliou o número de votantes.
Para os organizadora do Public Eye, um fator determinante para a entrada da Vale na disputa entre as piores foi a adesão em 2010 no Consórcio Norte Energia, que constrói a usina de Belo Monte, no Rio Xingu.
“Para as milhares de pessoas, no Brasil e no mundo, que sofrem com os desmandos desta multinacional, que foram desalojadas, perderam casas e terras, que tiveram amigos e parentes mortos nos trilhos da ferrovia Carajás, que sofreram perseguição política, que foram ameaçadas por capangas e pistoleiros, que ficaram doentes, tiveram filhos e filhas explorados, foram demitidas, sofrem com péssimas condições de trabalho e remuneração e tantos outros impactos, conceder à Vale o título de pior corporação do mundo é muito mais que vencer um prêmio. É a chance de expor aos olhos do planeta seus sofrimentos e trazer centenas de novos atores e forças para a luta pelos seus direitos e contra os desmandos cometidos pela empresa”, afirmaram representantes das entidades que encabeçaram a campanha contra a mineradora.
As demais vencedoras foram a Tepco (24.245 votos), Samsung (19.014 votos), Barclays (11.107), Syngenta (6.052) e Freeport (3.308), empresa que atua na Papua e é acusada de torturar e matar os que levantam suas vozes contra seus abusos.
Com informações do Movimento Xingu Vivo para Sempre e Public Eye Awards
Revista Caros Amigos
A transnacional brasileira Vale conquistou o primeiro lugar no Nobel da vergonha corporativa no Public Eye Awards, que elege por voto popular a pior empresa do mundo em questões ambientais, sociais e trabalhistas. O prêmio foi criado pelo Greenpeace Suíça e Declaração de Berna e o vencedor é sempre revelado durante o Fórum Econômico Mundial, aberto nesta semana em Davos, na Suíça.
A Vale disputou o primeiro lugar com a japonesa Tepco, envolvida no desastre nuclear de Fukushima, mas superou a usina com um total de 25.041 votos. Para as entidades que indicaram a Vale ao prêmio - a Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, representada no Brasil pela Rede Justiça nos Trilhos, e as ONGs Amazon Watch e Xingu Vivo para Sempre -, o fato de a Vale ser uma multinacional presente em 38 países e com impactos espalhados pelo mundo, ampliou o número de votantes.
Para os organizadora do Public Eye, um fator determinante para a entrada da Vale na disputa entre as piores foi a adesão em 2010 no Consórcio Norte Energia, que constrói a usina de Belo Monte, no Rio Xingu.
“Para as milhares de pessoas, no Brasil e no mundo, que sofrem com os desmandos desta multinacional, que foram desalojadas, perderam casas e terras, que tiveram amigos e parentes mortos nos trilhos da ferrovia Carajás, que sofreram perseguição política, que foram ameaçadas por capangas e pistoleiros, que ficaram doentes, tiveram filhos e filhas explorados, foram demitidas, sofrem com péssimas condições de trabalho e remuneração e tantos outros impactos, conceder à Vale o título de pior corporação do mundo é muito mais que vencer um prêmio. É a chance de expor aos olhos do planeta seus sofrimentos e trazer centenas de novos atores e forças para a luta pelos seus direitos e contra os desmandos cometidos pela empresa”, afirmaram representantes das entidades que encabeçaram a campanha contra a mineradora.
As demais vencedoras foram a Tepco (24.245 votos), Samsung (19.014 votos), Barclays (11.107), Syngenta (6.052) e Freeport (3.308), empresa que atua na Papua e é acusada de torturar e matar os que levantam suas vozes contra seus abusos.
Com informações do Movimento Xingu Vivo para Sempre e Public Eye Awards
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
CLÁUSULA 63
No dia 16 de janeiro de 2012 a FCA convocou todos os 5 sindicatos que compõe sua base para discutir a cláusula 63 do ACT 2011-2012 transcrita abaixo:
63. REUNIÃO COM OS SINDICATOS
A FCA se compromete, num prazo de até 90 dias, a contar da assinatura do presente Acordo Coletivo, a convocar os sindicatos para uma reunião com o intuito de discutir assuntos referentes ao plano PASA para aposentados e, também, às seguintes cláusulas: 16 Horas extras, 44 Horas passe, 45 Jornada normal de equipagem de Trens, 46 Prontidão, 47 Sobre-aviso, 48 Turno Ininterrupto de revezamento, 54 Deslocamento de via permanente, 60 Abrangência.
Percebam que o motivo da convocação foi no sentido de atender o que ficou convencionado em acordo, uma vez que não apresentaríamos a proposta para a categoria contendo estas cláusulas que há anos exploram os trabalhadores.
Diante do posicionamento firme dos sindicatos, a FCA/VALE temendo uma recusa da proposta na mesa de negociações, incluiu a possibilidade de rediscutir a citadas cláusulas em até 90 dias da assinatura do acordo coletivo de trabalho (ACT).
Será que a empresa se prestaria a rediscutir algo após assinado se não entendesse que esse algo fosse negativo?
A FCA/VALE jogou de forma suja e ardilosa e a despeito do que corriqueiramente ocorre com os empregados, maculou a relação de confiança entre sindicato e empresa.
Os trabalhadores são maduros suficientemente para entender que nem todas as reivindicações serão atendidas, no entanto a forma como a empresa conduziu o processo é que merece nosso repúdio.
Mesmo sabendo que não poderia atender as reivindicações dos trabalhadores; convocou a reunião e ficou ouvindo as argumentações dos sindicalistas e ao ser questionada sobre o tempo das discussões e se teríamos uma nova reunião; a mesma se limitou a dar o que a lei já prevê; ou seja; a possibilidade do empregado continuar com seu convenio médico (AMS) após se aposentar; negando todas as outras cláusulas.
Atitudes desta natureza merecem uma reflexão por parte da categoria e devemos nos questionar, não nos iludindo com o discurso fácil dos gerentes da FCA/VALE mostrando que nossa vida vai ser um mar de rosas a partir da formação da VLI.
Os sindicatos se reunirão para discutir as providencias a serem adotadas da mesma forma que fizemos no tocante a ação de cumprimento que tramita em Paulínia; onde o judiciário condenou a empresa a pagar R$ 40.000,00 a título de indenização por cada empregado pelo fato da empresa não ter realizado a eleição da comissão de PR dentro da vigência do ACT 2010-2011.
63. REUNIÃO COM OS SINDICATOS
A FCA se compromete, num prazo de até 90 dias, a contar da assinatura do presente Acordo Coletivo, a convocar os sindicatos para uma reunião com o intuito de discutir assuntos referentes ao plano PASA para aposentados e, também, às seguintes cláusulas: 16 Horas extras, 44 Horas passe, 45 Jornada normal de equipagem de Trens, 46 Prontidão, 47 Sobre-aviso, 48 Turno Ininterrupto de revezamento, 54 Deslocamento de via permanente, 60 Abrangência.
Percebam que o motivo da convocação foi no sentido de atender o que ficou convencionado em acordo, uma vez que não apresentaríamos a proposta para a categoria contendo estas cláusulas que há anos exploram os trabalhadores.
Diante do posicionamento firme dos sindicatos, a FCA/VALE temendo uma recusa da proposta na mesa de negociações, incluiu a possibilidade de rediscutir a citadas cláusulas em até 90 dias da assinatura do acordo coletivo de trabalho (ACT).
Será que a empresa se prestaria a rediscutir algo após assinado se não entendesse que esse algo fosse negativo?
A FCA/VALE jogou de forma suja e ardilosa e a despeito do que corriqueiramente ocorre com os empregados, maculou a relação de confiança entre sindicato e empresa.
Os trabalhadores são maduros suficientemente para entender que nem todas as reivindicações serão atendidas, no entanto a forma como a empresa conduziu o processo é que merece nosso repúdio.
Mesmo sabendo que não poderia atender as reivindicações dos trabalhadores; convocou a reunião e ficou ouvindo as argumentações dos sindicalistas e ao ser questionada sobre o tempo das discussões e se teríamos uma nova reunião; a mesma se limitou a dar o que a lei já prevê; ou seja; a possibilidade do empregado continuar com seu convenio médico (AMS) após se aposentar; negando todas as outras cláusulas.
Atitudes desta natureza merecem uma reflexão por parte da categoria e devemos nos questionar, não nos iludindo com o discurso fácil dos gerentes da FCA/VALE mostrando que nossa vida vai ser um mar de rosas a partir da formação da VLI.
Os sindicatos se reunirão para discutir as providencias a serem adotadas da mesma forma que fizemos no tocante a ação de cumprimento que tramita em Paulínia; onde o judiciário condenou a empresa a pagar R$ 40.000,00 a título de indenização por cada empregado pelo fato da empresa não ter realizado a eleição da comissão de PR dentro da vigência do ACT 2010-2011.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
RACISMO
São Paulo abre primeiro processo administrativo contra racismo em 2012
Publicado: sábado, 7 de janeiro de 2012
Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.
O coordenador de Políticas para População Negra e Indígena da Secretaria estadual paulista da Justiça, Antonio Carlos Arruda, anunciou a instauração do primeiro processo de 2012 sobre discriminação racial. A denúncia se refere a uma criança negra, de seis anos, que foi retirada de um restaurante, na Vila Mariana, ao ser confundida com um pedinte por um funcionário do local.
“Se apurada a discriminação, o estabelecimento poderá ser multado”, explicou o coordenador, responsável pela instauração do processo administrativo baseado na Lei Estadual 14.187/2010, que pune atos discriminatórios por motivo de raça e cor no estado de São Paulo.
Segundo Arruda, no Brasil a discriminação é cultural e não ideológica. “A pessoa não discrimina porque odeia e sim porque considera o diferente um cidadão inferior, pertencente a uma subcategoria”, disse.
Em 2012, campanhas com caráter informativo e divulgação da Lei Estadual 14.187/2010 nortearão as ações da Secretaria da Justiça no combate à discriminação racial. A deputada estadual de São Paulo, Leci Brandão, pretende trabalhar ao lado da Coordenação de Políticas para População Negra e Indígena para pontencializar o enfrentamento ao racismo em estabelecimentos comercias e outras instituições.
Dados de 2011
A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania instaurou, em 2011, 99 processos sobre discriminação. O maior número corresponde a casos de homofobia, que somam 63, seguidos de casos de discriminação racial, com 32, e casos de discriminação a portadores de HIV, com quatro. uma Comissão Processante Especial (CPE) instaura e analisa os processos com base em lei que prevê punição administrativa em casos de discriminação no estado.
A CPE funciona desde 2002 e tem por atribuição instaurar e julgar processos referentes às leis estaduais 10.948/2001, 11.199/2002 e 14.187/2010. Qualquer cidadão que for vítima das discriminações previstas nas leis pode encaminhar a denúncia pessoalmente, por carta, fax, telefone e internet. Os processos são sigilosos e, em caso de confirmação da autoria do ato discriminatório, as penas são advertências, multas e cassação de alvará de funcionamento de estabelecimentos comerciais envolvidos.
Revista Consultor Jurídico
Publicado: sábado, 7 de janeiro de 2012
Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.
O coordenador de Políticas para População Negra e Indígena da Secretaria estadual paulista da Justiça, Antonio Carlos Arruda, anunciou a instauração do primeiro processo de 2012 sobre discriminação racial. A denúncia se refere a uma criança negra, de seis anos, que foi retirada de um restaurante, na Vila Mariana, ao ser confundida com um pedinte por um funcionário do local.
“Se apurada a discriminação, o estabelecimento poderá ser multado”, explicou o coordenador, responsável pela instauração do processo administrativo baseado na Lei Estadual 14.187/2010, que pune atos discriminatórios por motivo de raça e cor no estado de São Paulo.
Segundo Arruda, no Brasil a discriminação é cultural e não ideológica. “A pessoa não discrimina porque odeia e sim porque considera o diferente um cidadão inferior, pertencente a uma subcategoria”, disse.
Em 2012, campanhas com caráter informativo e divulgação da Lei Estadual 14.187/2010 nortearão as ações da Secretaria da Justiça no combate à discriminação racial. A deputada estadual de São Paulo, Leci Brandão, pretende trabalhar ao lado da Coordenação de Políticas para População Negra e Indígena para pontencializar o enfrentamento ao racismo em estabelecimentos comercias e outras instituições.
Dados de 2011
A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania instaurou, em 2011, 99 processos sobre discriminação. O maior número corresponde a casos de homofobia, que somam 63, seguidos de casos de discriminação racial, com 32, e casos de discriminação a portadores de HIV, com quatro. uma Comissão Processante Especial (CPE) instaura e analisa os processos com base em lei que prevê punição administrativa em casos de discriminação no estado.
A CPE funciona desde 2002 e tem por atribuição instaurar e julgar processos referentes às leis estaduais 10.948/2001, 11.199/2002 e 14.187/2010. Qualquer cidadão que for vítima das discriminações previstas nas leis pode encaminhar a denúncia pessoalmente, por carta, fax, telefone e internet. Os processos são sigilosos e, em caso de confirmação da autoria do ato discriminatório, as penas são advertências, multas e cassação de alvará de funcionamento de estabelecimentos comerciais envolvidos.
Revista Consultor Jurídico
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
SURTO PSICÓTICO
Escrevem e documentam os meios de comunicação que em são paulo um rapaz de classe média foi acometido de um surto psicótico e atentou com tiros contra a vida de pessoas.
Furtou carros para fugir;mas sem a intenção de auferir renda sobre os mesmos; portanto "menos gravoso".
Jovem,com dois diplomas universitários,branco,de classe média,assistido por advogado.
PS: Para reflexão:
Agora imaginem o mesmo cenário de tiros e furto sendo praticado por uma pessoa da periferia,de pele não branca,sem oportunidades de estudo,sem emprego,sem advogado e com a intenção de obter lucro sobre o produto do furto; para na maioria das vezes; se alimentar.
Será que trataríamos como sendo um surto,um momento,teríamos a mesma complacência?
A resposta é uma só:Bala nele,vagabundo,serviço para a ROTA,BOPE e afins
Mário Ricardo
Furtou carros para fugir;mas sem a intenção de auferir renda sobre os mesmos; portanto "menos gravoso".
Jovem,com dois diplomas universitários,branco,de classe média,assistido por advogado.
PS: Para reflexão:
Agora imaginem o mesmo cenário de tiros e furto sendo praticado por uma pessoa da periferia,de pele não branca,sem oportunidades de estudo,sem emprego,sem advogado e com a intenção de obter lucro sobre o produto do furto; para na maioria das vezes; se alimentar.
Será que trataríamos como sendo um surto,um momento,teríamos a mesma complacência?
A resposta é uma só:Bala nele,vagabundo,serviço para a ROTA,BOPE e afins
Mário Ricardo
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
4X4
Para aquele que planejam caminhar na contra mão da história renegando todos os esfroços de incansáveis lutas por melhores condições de trabalho;digo:
-"o plantio é livre;mas a colheita é obrigatória".
Não podemos nos furtar da responsabilidade que é aprovar uma escala que obriga o empregado a ficar a disposição da empresa por 12 horas consecutivas.
Devemos sim;é procurar através de nossa pressão fazer cumprir o que diz a lei, ou na pior das hipóteses melhorar esta escala de 8 horas.
Volto a dizer que não existe vitória sem luta e não existe luta sem dor.
Afirmo aos companheiros que o sentido da luta dentro desta entidade se baseia na plena defesa e ampliação de direitos conquistados ao longo dos anos.
Percebam companheiros que foi a luta do sindicato que fez a FCA/VALE nos ultimos tempos "misteriosamente lucrar";e já dizem os gendarmes da empresa: "estamos fechando na faixa de 5 salários".
Alguém já se perguntou porque a empresa neste ano passou a lucrar? Não?
Então eu respondo aos companheiros que foi nosso processo que obteve exito e acolhimento da justiça e enquanto a empresa agora passa a oferecer 5 salários a justiça nos concedeu R$40.000,00 por empregado.
Diante de uma decisão destas uma empresa que passou toda sua vida explorando os empregados;realmente passa a dar lucro.
Portanto fica o exemplo citado para que nos posicionemos de maneira diferente do que a MINORIA dos companheiros que insistem em falar a lingua da empresa aceitando a 4x4.
Já recusamos esta escala uma vez e devemos continuar recusando.
Voto secreto,urna unica e apuração unica.
Tão logo o jurídico da FCA/VALE se posicione sobre a minuta;marcamos as assembléias e vamos votar NÃO.
"Esperança deve vencer o medo;novamente"
Mário Ricardo
-"o plantio é livre;mas a colheita é obrigatória".
Não podemos nos furtar da responsabilidade que é aprovar uma escala que obriga o empregado a ficar a disposição da empresa por 12 horas consecutivas.
Devemos sim;é procurar através de nossa pressão fazer cumprir o que diz a lei, ou na pior das hipóteses melhorar esta escala de 8 horas.
Volto a dizer que não existe vitória sem luta e não existe luta sem dor.
Afirmo aos companheiros que o sentido da luta dentro desta entidade se baseia na plena defesa e ampliação de direitos conquistados ao longo dos anos.
Percebam companheiros que foi a luta do sindicato que fez a FCA/VALE nos ultimos tempos "misteriosamente lucrar";e já dizem os gendarmes da empresa: "estamos fechando na faixa de 5 salários".
Alguém já se perguntou porque a empresa neste ano passou a lucrar? Não?
Então eu respondo aos companheiros que foi nosso processo que obteve exito e acolhimento da justiça e enquanto a empresa agora passa a oferecer 5 salários a justiça nos concedeu R$40.000,00 por empregado.
Diante de uma decisão destas uma empresa que passou toda sua vida explorando os empregados;realmente passa a dar lucro.
Portanto fica o exemplo citado para que nos posicionemos de maneira diferente do que a MINORIA dos companheiros que insistem em falar a lingua da empresa aceitando a 4x4.
Já recusamos esta escala uma vez e devemos continuar recusando.
Voto secreto,urna unica e apuração unica.
Tão logo o jurídico da FCA/VALE se posicione sobre a minuta;marcamos as assembléias e vamos votar NÃO.
"Esperança deve vencer o medo;novamente"
Mário Ricardo
VALE "A pior do mundo"
Vale pode ganhar título de pior empresa do mundo
09/01/2012
Agravos ambientais e sociais colocam a mineradora entre as 5 piores do planeta por organizações internacionais
Escrito por: Marcio Zonta, Brasil de Fato
Uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, pode ser considerada nos próximos dias como a pior empresa do mundo na realização de sua atividade de mineração. Entre a Serra de Carajás, no sul paraense ao porto de Itaqui em São Luis, no Maranhão, a empresa foi denunciada por provocar devastação ambiental, trabalho escravo na cadeia de produção do aço, exploração sexual infantil, além da invasão de terras indígenas, quilombolas e camponesas.
A Rede Justiça nos Trilhos, International Rivers e Amazon Watch sãos as responsáveis pela indicação da empresa ao prêmio Public Eye Award (Olho do Público) organizado pelas ONGs Declaração de Berna e Greenpeace.
Conhecido como o “Oscar da Vergonha” o prêmio seleciona anualmente empresas com o pior comportamento social e ecológico. Esse ano a Vale concorre com a Sansung, Barclays, Freeport, Syngenta e Tepco. Independente do resultado, a empresa estará entre as cinco mais nefastas do mundo.
Agravos
Para as organizações que indicaram a Vale ao prêmio, a empresa vem a cada dia agravando problemas e conflitos entre Pará e Maranhão. “A mineradora entrou com um processo de impugnação administrativa contra o reconhecimento das terras quilombolas de Santa Rosa dos Pretos e Monge Belo no Maranhão, justamente interessada em suas terras para duplicação de seus trilhos que corta a comunidade”, revela o advogado da Rede Justiça nos Trilhos, Danilo Chammas.
A advogada revela que tal situação possibilita a entrada nas terras quilombolas por latifundiários para grilagem de terra e de madeireiros para derrubada de árvores sem nenhuma punição, já que a terra não foi ainda reconhecida.
“Uma série de irregularidades torna a situação dos quilombolas dessas duas comunidades problemática, pois a Vale sequer respeita a convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) 169 sobre povos indígenas e tribais, onde os quilombolas são representados, que determina a consulta prévia às comunidades para todo tipo de obra que os impactarem, pois se eles forem contra a obra ela não poderá acontecer, porém a Vale vem burlando tudo isso”, conclui Chammas.
A situação quilombola seria um dos exemplos da forma de atuação da mineradora. Pesquisa realizada em 2011 pelo jornalista Marques Casara, do Observatório Social, denunciou que carvoarias entre os municípios de Marabá (PA) e Imperatriz (MA) flagradas com trabalhadores escravos, abastecia o pólo siderúrgico, cuja Vale fornecia o minério.
“A mineradora não cumpre acordo firmado com o Ministério do Meio Ambiente em 2008 se comprometendo a não fornecer minério a siderúrgicas envolvidas em processos predatórios”, esclareceu Casara na época.
Por fim, dados das três organizações que a indicam ao prêmio, revelam que em 2009 foram 114 milhões de metros cúbicos de efluentes industriais e oleosos despejados nos rios e mares pela empresa. A mineradora utiliza para seus negócios, 1,2 bilhões de metros cubos de água por ano, correspondendo ao consumo médio de água de 18 milhões de pessoas.
A Vale está respondendo a 111 processos judiciais e 151 administrativos. É umas das empresas campeã de multa pelo IBAMA, no entanto, em 2009 não pagou nenhuma.
Para votar na pior empresa do mundo, basta acessar o site: HTTP://www.publiceye.ch/en/vote/vale
FONTE:http://www.cut.org.br/destaque-central/47019/vale-pode-ganhar-titulo-de-pior-empresa-do-mundo
09/01/2012
Agravos ambientais e sociais colocam a mineradora entre as 5 piores do planeta por organizações internacionais
Escrito por: Marcio Zonta, Brasil de Fato
Uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, pode ser considerada nos próximos dias como a pior empresa do mundo na realização de sua atividade de mineração. Entre a Serra de Carajás, no sul paraense ao porto de Itaqui em São Luis, no Maranhão, a empresa foi denunciada por provocar devastação ambiental, trabalho escravo na cadeia de produção do aço, exploração sexual infantil, além da invasão de terras indígenas, quilombolas e camponesas.
A Rede Justiça nos Trilhos, International Rivers e Amazon Watch sãos as responsáveis pela indicação da empresa ao prêmio Public Eye Award (Olho do Público) organizado pelas ONGs Declaração de Berna e Greenpeace.
Conhecido como o “Oscar da Vergonha” o prêmio seleciona anualmente empresas com o pior comportamento social e ecológico. Esse ano a Vale concorre com a Sansung, Barclays, Freeport, Syngenta e Tepco. Independente do resultado, a empresa estará entre as cinco mais nefastas do mundo.
Agravos
Para as organizações que indicaram a Vale ao prêmio, a empresa vem a cada dia agravando problemas e conflitos entre Pará e Maranhão. “A mineradora entrou com um processo de impugnação administrativa contra o reconhecimento das terras quilombolas de Santa Rosa dos Pretos e Monge Belo no Maranhão, justamente interessada em suas terras para duplicação de seus trilhos que corta a comunidade”, revela o advogado da Rede Justiça nos Trilhos, Danilo Chammas.
A advogada revela que tal situação possibilita a entrada nas terras quilombolas por latifundiários para grilagem de terra e de madeireiros para derrubada de árvores sem nenhuma punição, já que a terra não foi ainda reconhecida.
“Uma série de irregularidades torna a situação dos quilombolas dessas duas comunidades problemática, pois a Vale sequer respeita a convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) 169 sobre povos indígenas e tribais, onde os quilombolas são representados, que determina a consulta prévia às comunidades para todo tipo de obra que os impactarem, pois se eles forem contra a obra ela não poderá acontecer, porém a Vale vem burlando tudo isso”, conclui Chammas.
A situação quilombola seria um dos exemplos da forma de atuação da mineradora. Pesquisa realizada em 2011 pelo jornalista Marques Casara, do Observatório Social, denunciou que carvoarias entre os municípios de Marabá (PA) e Imperatriz (MA) flagradas com trabalhadores escravos, abastecia o pólo siderúrgico, cuja Vale fornecia o minério.
“A mineradora não cumpre acordo firmado com o Ministério do Meio Ambiente em 2008 se comprometendo a não fornecer minério a siderúrgicas envolvidas em processos predatórios”, esclareceu Casara na época.
Por fim, dados das três organizações que a indicam ao prêmio, revelam que em 2009 foram 114 milhões de metros cúbicos de efluentes industriais e oleosos despejados nos rios e mares pela empresa. A mineradora utiliza para seus negócios, 1,2 bilhões de metros cubos de água por ano, correspondendo ao consumo médio de água de 18 milhões de pessoas.
A Vale está respondendo a 111 processos judiciais e 151 administrativos. É umas das empresas campeã de multa pelo IBAMA, no entanto, em 2009 não pagou nenhuma.
Para votar na pior empresa do mundo, basta acessar o site: HTTP://www.publiceye.ch/en/vote/vale
FONTE:http://www.cut.org.br/destaque-central/47019/vale-pode-ganhar-titulo-de-pior-empresa-do-mundo
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