No dia 13 de fevereiro o maquinista George Fagner da Rocha Silva, faleceu em decorrência de um acidente ferroviário na serra entre Licínio de Almeida e Urandi.
O acidente foi classificado pelos sindicalistas da base Bahia e Sergipe como sendo uma tragédia anunciada em decorrência de vários alertas sobre a ausência de manutenção na localidade.
Muito embora o presidente Marcello Spinelli tenha reconhecido a responsabilidade da empresa pelo acidente; ao ser questionado por um empregado se o acidente não poderia ter sido evitado não caso o maquinista não estivesse trabalhando em monocondução, devolveu a pergunta “e a empresa aguenta?”, derrubando por terra o discurso da empresa de que a vida é o seu maior valor.
Os ferroviários da base Mogiana se solidarizaram com os familiares do companheiro George e na oportunidade usaram durante uma semana uma fita preta no uniforme como forma de demonstração da tristeza que abateu todos nós ferroviários.
Paralelamente em nossa reunião de formação de pré- pauta os sindicatos da Unidade Sindical Ferroviária encaminharam uma moção endereçada ao presidente da FCA – Ferrovia Centro Atlântica S/A em repúdio pela falta de manutenção no trecho e forma drástica da morte do companheiro que morreu queimado e só encontrado após horas.
Nosso companheiro George se foi e sobre isso não temos mais ação, porém o sindicato espera que esta morte sirva de exemplo para a empresa que de forma reiterada não vem processando as manutenções preventivas como deveria, de forma a expor os empregados a uma condição insegura.
quinta-feira, 10 de março de 2016
LUTO NOS TRILHOS
No dia 13 de fevereiro o maquinista George Fagner da Rocha Silva, faleceu em decorrência de um acidente ferroviário na serra entre Licínio de Almeida e Urandi.
O acidente foi classificado pelos sindicalistas da base Bahia e Sergipe como sendo uma tragédia anunciada em decorrência de vários alertas sobre a ausência de manutenção na localidade.
Muito embora o presidente Marcello Spinelli tenha reconhecido a responsabilidade da empresa pelo acidente; ao ser questionado por um empregado se o acidente não poderia ter sido evitado não caso o maquinista não estivesse trabalhando em monocondução, devolveu a pergunta “e a empresa aguenta?”, derrubando por terra o discurso da empresa de que a vida é o seu maior valor.
Os ferroviários da base Mogiana se solidarizaram com os familiares do companheiro George e na oportunidade usaram durante uma semana uma fita preta no uniforme como forma de demonstração da tristeza que abateu todos nós ferroviários.
Paralelamente em nossa reunião de formação de pré- pauta os sindicatos da Unidade Sindical Ferroviária encaminharam uma moção endereçada ao presidente da FCA – Ferrovia Centro Atlântica S/A em repúdio pela falta de manutenção no trecho e forma drástica da morte do companheiro que morreu queimado e só encontrado após horas.
Nosso companheiro George se foi e sobre isso não temos mais ação, porém o sindicato espera que esta morte sirva de exemplo para a empresa que de forma reiterada não vem processando as manutenções preventivas como deveria, de forma a expor os empregados a uma condição insegura.
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